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Estar disponível para atender o cliente no horário que for mais conveniente para ele é um decisivo e que pode pesar no momento da venda. |
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| Morando no Sul do país, na pequena cidade de Camboriú (SC), tenho tido muita dificuldade para encontrar um eletricista, encanador ou outros profissionais, pelo simples fato de que eles se dizem muito ocupados e não querem trabalhar nos fins de semana. Como na vida, não há bônus sem ônus, eles resolveram não trabalhar e eu me decidi por procurar o concorrente deles. A troca é justa, não acha?
O mesmo acontece com o vendedor que deseja cumprir religiosamente com o horário e não se dispõe a atender um cliente quando ele mais precisa. Toda vez que você coloca um empecilho para não atender seu cliente no horário que ele pode, mas que você não está muito afim, a mensagem que você passa é a seguinte: “Eu não me importo com você. Por favor, procure o concorrente”.
Em muitos momentos, seu cliente só pode tomar uma decisão ou lhe ceder um pouco de atenção, em horários não comerciais e o vendedor tem que estar preparado para isso. Imagine, por exemplo, o vendedor que atende uma pizzaria e vende queijo. No sábado, 19 horas, o cliente liga porque acabou o produto e se você não puder atendê-lo, ele terá que fechar as portas naquele dia (dia de maior movimento). E agora?
É por isso que faço questão de deixar claro que o vendedor não pode ser escravo do relógio ou do cartão ponto, mas sim, estar no lugar certo, na hora certa para atender, satisfazer e fidelizar o cliente. É ele que escolhe quando deseja ser atendido, pelo simples fato de que também é ele que compra o seu produto, paga o seu salário e faz a empresa prosperar. É simples assim! Deixe um comentário para este texto!
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